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Informativo Eletrônico - Outubro de 2016

Publicado: Quarta, 30 de Novembro de 2016, 19h22 | Última atualização em Quarta, 30 de Novembro de 2016, 21h12 | Acessos: 2405
 
Nº 19 | OUTUBRO DE 2016
 

 



 

Redução da perda de alimentos foi o tema da palestra de abertura da SEPEX 2016

A palestra foi proferida pela engenheira agrônoma e doutora em Botânica Alba Regina Pereira Rodrigues, professora do campus Valença

 

A perda de alimentos após a colheita, no país, corresponde, em média, a 30% no caso das frutas e a 35% em relação às hortaliças. A afirmação é da engenheira agrônoma e doutora em Botânica Alba Regina Pereira Rodrigues, professora do campus Valença, que ministrou palestra na solenidade de abertura da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX 2016) do Cefet/RJ. O tema da palestra – A contribuição da fisiologia de pós-colheita de frutas e hortaliças para a redução do desperdício de alimentos – seguiu a temática proposta pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para este ano: “Ciência Alimentando o Brasil”. A solenidade de abertura da SEPEX aconteceu no dia 19 de outubro, no Auditório 1 do campus  Maracanã.

Além do diretor-geral do Cefet/RJ, Carlos Henrique Figueiredo Alves, estiveram presentes ao evento de abertura os diretores de Ensino, Gisele Vieira Ribeiro; de Pesquisa e Pós-graduação, Pedro Manuel Pacheco; e de Extensão, Maria Alice Caggiano. A mesa de abertura também foi composta pelo chefe do Departamento de Extensão e Assuntos Comunitários, André Guimarães Couto. “As perdas ocorrem em toda a cadeia produtiva, do campo ao supermercado: ocorrem durante a colheita das frutas e das hortaliças, nas centrais de embalagem, durante o transporte dos alimentos e na comercialização”, diagnosticou Alba Rodrigues. 

A professora do Cefet/RJ apontou as principais causas da perda de alimentos na pós-colheita. Ela enumera cinco fatores para o desperdício: deficiência de recursos humanos bem qualificados; uso de tecnologia inadequada do plantio ao armazenamento, incluindo o uso de embalagens inadequadas e a falta da cadeia do frio; descuido no manuseio dos produtos; ataque de pragas e doenças; deficiência de infraestrutura para o atendimento das necessidades do setor agrícola, principalmente para o armazenamento de grãos e hortaliças. Professora do curso de Engenharia de Alimentos e do curso técnico de Alimentos, Alba ressalta que “se todos os alimentos que são perdidos ou desperdiçados fossem aproveitados, haveria maior oferta destes”.

Para ela, é preciso conscientizar a população brasileira sobre esse assunto, pois as medidas para a redução desse desperdício também ajudam no combate à fome. “Todo mundo ganha com o combate ao desperdício: o produtor rural ganharia mais e o consumidor pagaria menos nesses alimentos”, garantiu a pesquisadora, que há três anos coordena o projeto “Avaliação das perdas de frutas e hortaliças e implantação das boas práticas de pós-colheita em supermercados e verdurões do município de Valença/RJ”. A professora conta com quatro alunas voluntárias e mais uma aluna bolsista do PIBIC (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica), do CNPq.

A professora ressalta, entretanto, que o combate ao desperdício de alimentos vai muito além de programas de conscientização da população em relação ao tema, pois “depende muito de políticas públicas” a serem implantadas pelo governo. Alba Rodrigues lembra que, em 2014, o país deixou de fazer parte do Mapa da Fome da FAO, órgão da ONU para a agricultura e a alimentação. “Pela primeira vez na história do país, o Brasil não está mais lá no Mapa da Fome”, destaca a doutora em Botânica pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro/Escola Nacional de Botânica Tropical.

 

 

Integração de ensino, pesquisa e extensão marca a SEPEX 2016

Diretor-geral do Cefet/RJ, Carlos Henrique Figueiredo Alves, abre as atividades da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX 2016)


A integração das atividades de ensino, pesquisa e extensão em um evento acadêmico que acontece simultaneamente nos oito campi do Cefet/RJ é a principal inovação da SEPEX 2016. A partir da sua vigésima edição, a antiga Semana de Extensão se transformou e passa agora a se chamar Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX). Para o diretor-geral do Cefet/RJ, Carlos Henrique Figueiredo Alves, a consolidação da indissociabilidade dos três pilares que fundamentam a ideia de universidade foi o marco do evento. “A novidade, este ano, é o grande avanço de realizarmos um evento que agrupa, ao mesmo tempo, o ensino, a pesquisa e a extensão em todos os campi da instituição”, destacou.

Dentre os eventos realizados na SEPEX 2016 estão o XXI Ciclo Multidisciplinar de Palestras, Mesas-Redondas, Seminários e Minicursos; os Jogos entre Instituições Federais de Educação Tecnológica (JIFETs); a Exposição da Produção em Ciência e Tecnologia de Alunos de Educação Profissional de Nível Técnico do Estado do Rio de Janeiro (EXPOTEC Rio 2016); a Exposição da Produção em Ciência e Tecnologia de Alunos dos Cursos Superiores do Cefet/RJ (EXPOSUP Rio 2016); a IV Jornada Integrada de Pesquisa e Pós-graduação (JIPP); e o I Fórum de Ensino do Cefet/RJ.

A diretora de Extensão, Maria Alice Caggiano, também destacou que a SEPEX 2016 significou a consolidação e a formalização de “um evento integrado que já realizamos há muito tempo”. O chefe do Departamento de Extensão e Assuntos Comunitários, André Guimarães Couto, ressaltou que a antiga Semana de Extensão completou 20 anos de existência em 2016. “Entretanto, devemos lembrar que os eventos acadêmicos anteriores a 1996 já haviam criado uma cultura de extensão no Cefet/RJ”, afirmou. Os dois dirigentes do Cefet/RJ consideram que a SEPEX 2016 foi um sucesso. “No Ciclo Multidisciplinar, tivemos, em todos os campi, a inscrição de 491 trabalhos. Já na EXPOTEC, foram 309 trabalhos e, na EXPOSUP, 82 trabalhos”, frisou Couto.

Para André Couto, os eventos e ações da SEPEX 2016 tiveram uma boa recepção por parte do público presente nos oito campi da instituição. “A qualidade dos trabalhos apresentados foi muito positiva; cabe ressaltar que esses trabalhos são fruto das pesquisas e ações desenvolvidas nas salas de aula, laboratórios e demais espaços de ensino do Cefet/RJ, além de serem os resultados finais ou parciais dos projetos e ações de extensão de nossa instituição”, avaliou.

Para a diretora de Extensão do Cefet/RJ, o modelo integrador e indissociável entre ensino, pesquisa e extensão na organização e concepção do evento já vinha sendo realizado há alguns anos. “Nós já vínhamos fazendo um trabalho em conjunto; resolvemos, então, formalizar e mudar o nome do evento, reconhecendo essa integração entre as três áreas acadêmicas e a indissociabilidade desses três pilares como missão da instituição”, destaca Maria Alice.

André Couto também acha que o Cefet/RJ deve continuar investindo nessa proposta e “utilizar a SEPEX como um exemplo para as nossas práticas acadêmicas ao longo de todo o ano”, indo além das atuações integradoras ocorridas durante a semana do evento. Além disso, Couto aponta a importância da SEPEX para ampliar o conhecimento que a sociedade possui sobre o Cefet/RJ. “Acho que devemos continuar investindo nesta proposta, principalmente por abrirmos as portas de nossa instituição para a comunidade externa para que ela conheça e valorize a qualidade do que é aqui desenvolvido; esse processo deve ser contínuo e ao longo de todo o ano, sendo a SEPEX uma oportunidade de alargarmos esse diálogo tão rico e necessário com a sociedade”, analisa.

Veja fotos da SEPEX 2016.

 

 

Cefet/RJ elabora plano para permanência e êxito de estudantes

Plano visa combater a evasão e a retenção estudantil nos oito campi da instituição


A Diretoria de Ensino está elaborando o Plano Institucional Estratégico para a Permanência e Êxito de Estudantes do Cefet/RJ. O documento, de caráter sistêmico, identifica os principais motivos da evasão e da retenção estudantil nos oito campi da instituição, bem como as ações já implementadas com a finalidade de revertê-los. O diagnóstico é usado como base para a proposição de novas estratégias capazes de aumentar os índices de permanência e conclusão dos cursos.

Como parte da elaboração do plano, foi realizado o I Fórum de Ensino. O evento contou com a participação de representantes de todos os campi e teve como tema central a evasão e a retenção de alunos. De acordo com a diretora de Ensino, Gisele Vieira, os relatos apresentados permitiram identificar que um dos motivos de evasão mais recorrentes no Cefet/RJ é o desconhecimento do curso, tanto no nível do ensino técnico quanto no da graduação. Em alguns campi, já existem projetos de interlocução com a comunidade externa que visam minorar o problema em relação ao ensino técnico. A proposta é estimular a criação de iniciativas semelhantes onde ainda não existe e estendê-las também para o ensino superior.

No que diz respeito à retenção, uma das principais causas apontadas, especialmente em relação aos cursos da área de Engenharia, é a repetência no ciclo básico. Gisele afirma que será formada uma Comissão de Acompanhamento Discente (CAD) para auxiliar os estudantes de graduação que não apresentarem bom desempenho. “A comissão terá a função de entender as razões do baixo desempenho, traçar um plano de trabalho com o aluno e acompanhar sua evolução”, explica. Atividade pedagógica similar já vem sendo realizada no nível do ensino técnico.

Durante o fórum, também foi realizado o Encontro do Programa de Monitoria. O tema foi incluído na discussão por contribuir para a permanência e o êxito dos estudantes. “A monitoria ajuda no bom desempenho das turmas. Além disso, é um incentivo aos alunos de destaque, pois eles recebem uma bolsa para, com orientação do docente, auxiliar os discentes com dificuldades e dar apoio em outras atividades”. Uma das propostas em estudo no plano é a ampliação do número de bolsas de monitoria.

O I Fórum de Ensino ocorreu no dia 18 de outubro, como parte da programação da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX).

 

 

Time do Cefet/RJ é classificado para próxima etapa do torneio de games

Equipe conquistou o segundo lugar no Desafio Cefet de Games, realizado durante a SEPEX 2016

 

Com o encerramento do Desafio Cefet de Games, que aconteceu durante a Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX 2016), quatro times avançaram para a próxima etapa do Torneio Intercolegial de Games do Rio de Janeiro – Couch Masters 2016: as escolas municipais Celestino da Silva e Santa Catarina, o Colégio Somec e o Cefet/RJ. O evento é uma parceria da Secretaria Municipal de Educação com o Cefet/RJ, colégios particulares, escolas públicas e a empresa For Games, responsável pela organização do torneio. A escola municipal Celestino da Silva foi a vencedora da etapa realizada durante a SEPEX 2016 e a equipe do Cefet/RJ ficou em segundo lugar.

A próxima etapa acontece, em novembro, apenas com as escolas finalistas. O professor João Roberto de Toledo Quadros, do curso técnico em Informática do Cefet/RJ campus Maracanã, e que trabalha com a equipe de e-atletas da instituição, considera que o desempenho dos alunos competidores foi excelente. “Ganhamos de equipes mais experientes e nos classificamos em segundo lugar nesta etapa”, enfatiza o professor. Ele também destaca que os games são importantes ferramentas pedagógicas para estimular percepções nos alunos. “No nosso curso, os alunos aprendem a fazer esses jogos; quando eles utilizam o jogo e o fazem bem, eles demonstram ter não só um conhecimento teórico, mas também prático do uso”, afirma João Quadros. O professor destaca também a importância de utilizar as competições como elemento lúdico na pedagogia e ensino.

“Fazer com que os estudantes participem de competições, principalmente para alunos de Tecnologia da Informação, possibilita que eles desenvolvam espírito de equipe, fortaleçam sua visão de mundo real e acabem vendo, no mundo da prática da competição, a utilização real do aprendizado teórico”, afirma o professor do Cefet/RJ.

Já Victor Prado, da For Games, destaca que o “esporte eletrônico é o esporte mais democrático que existe, pois não há barreiras sociais, de idade, gênero ou físicas”. Formado em Direito e atento à questão da ética nos jogos digitais, Prado destaca a importância pedagógica dos jogos eletrônicos e ressalta que os games estimulam o pensamento estratégico e a tomada rápida de decisão, além de “quebrar preconceitos e fomentar o trabalho em equipe”. Tendo sido, no passado, um “e-atleta” – conforme se apresenta –, ele avaliou o desempenho do time do Cefet/RJ. “O Cefet começou mal, mas, em uma virada impressionante, os alunos conseguiram, com apenas uma ‘vida’, se manter no torneio até a final”, pondera Victor Prado.

O time do Cefet/RJ, que conta com o apoio do professor João Quadros, é formado pelos alunos João Pedro Leonele, Thiago Prata, Felipe Meirelles e Pedro Nogueira. Mais informações sobre o torneio de e-esporte podem ser obtidas no link http://www.forgames.biz/couch-masters-2016.

 

 

Bandão do Cefet cria “Uma Odisseia à Brasileira”

Espetáculo é inspirado na Odisseia de Homero e ambientado no Rio de Janeiro contemporâneo

 

“Uma Odisseia à Brasileira” é a mais nova produção do Bandão do Cefet/RJ. Inspirado na Odisseia de Homero e ambientado no Rio de Janeiro contemporâneo, o espetáculo teatral-musical conta a história de Ulisses, um garoto que se vê envolvido em uma guerra de gangues e é obrigado a deixar para trás a família e a comunidade onde vive. Ulisses passa quatro anos tentando voltar para casa e, nessa jornada, conhece os costumes, a música, a comida, as danças e as tradições brasileiras.

“A peça apresenta ao público a riqueza rítmica brasileira: o maracatu, o baião, o xote, o samba-reggae, o axé, o samba, o choro e a toada”, enfatiza a professora de música Daniela Spielmann. O repertório inclui cerca de vinte canções, algumas compostas pelo próprio Bandão e as demais selecionadas do cancioneiro popular.

A saga vivenciada pelo Ulisses brasileiro também contém referências à experiência dos estudantes-atores no Cefet/RJ. A Odisseia de quatro anos remete à duração do curso técnico regular. Os momentos do curso são apresentados simbolicamente como passagens, assim como a trajetória da Odisseia grega.

O Bandão do Cefet é uma atividade educativa e cultural que integra as linguagens musical, poética e dramática. O projeto foi criado em 2014, sob a coordenação dos professores instrumentistas Daniela Spielmann e Bruno Repsold e do técnico-administrativo Oliver Bastos. Também conta com a colaboração do professor Sérgio Menezes, na prática vocal, e da professora de teatro Ana Paula Lopes, na atuação cênica. O Bandão é aberto à participação de alunos, ex-alunos e funcionários.

A cada ano, o Bandão produz um novo espetáculo e o apresenta em eventos internos e externos ao Cefet/RJ. “Uma Odisseia à Brasileira” foi encenada pela primeira vez no dia 18 de outubro, durante a Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX). A peça também foi apresentada no Centro da Música Carioca Artur da Távola, no dia 26 de outubro.

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