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Empreendedores destacam o papel da IETEC para a construção de parcerias de negócios

Publicado: Segunda, 07 de Maio de 2018, 15h14 | Última atualização em Segunda, 07 de Maio de 2018, 15h20 | Acessos: 544

“A possibilidade de conseguir contatos – seja de clientes, seja de fornecedores e parceiros que ajudem a alcançar nossos objetivos – é o que existe de mais relevante para uma empresa que está na incubadora do Cefet/RJ.” A opinião é dos engenheiros Átila Santos e José Alvarenga, da empresa AS3 Engenharia, ao avaliarem a experiência do processo de incubação que vivenciaram na Incubadora de Empresas Tecnológicas (IETEC) do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca. “Networking é a palavra-chave da incubadora; meia hora de conversa com a pessoa certa às vezes é mais importante do que um ano estudando teoria”, ressaltam os dois engenheiros, que se formaram no Cefet/RJ.

Átila Santos fez graduação em Engenharia Elétrica; José Alvarenga, por sua vez, cursou Engenharia Eletrônica. Para eles, além da conversa permanente com clientes e fornecedores, o estudo das teorias e ferramentas de planejamento e gestão pode criar sólidos alicerces para uma ação empreendedora de sucesso. “É fundamental estudar e conversar, principalmente com seus potenciais clientes; o estudo será importante, porque há muitas ferramentas para planejar, gerir e executar um negócio com baixo ou nenhum custo, assim como frequentar cursos e palestras”, destacam os engenheiros.

 

Os engenheiros José Alvarenga e Átila Santos

Outra questão fundamental para alavancar o processo de incubação é a disponibilidade para a conversa por parte dos empreendedores. “É preciso conversar com o cliente, com o fornecedor, com amigos, pois todo mundo vai oferecer uma opinião que pode ser o gatilho necessário para alavancar seu negócio”, ressaltam. Além disso, destacam que é preciso entender as necessidades do cliente. “É preciso entender seu cliente, quais são suas necessidades, como eles vivem, como eles trabalham; enquanto isso não for respondido, seu produto terá que sofrer muitos ajustes”, recomendam.

Ao apresentarem a trajetória de evolução da AS3 Engenharia desde a pré-incubação até o momento atual, eles entendem que “talvez a empresa nem seja mais a mesma de quando começou e isso é muito bom”. Para Átila Santos e José Alvarenga, o fundamental no processo de incubação na IETEC foi a possibilidade de eles ampliarem o conhecimento do mercado no qual estão trabalhando.

– Desde a pré-incubação, com apoio da IETEC e de todos os envolvidos, foi possível entender o mercado, entender quem é o nosso cliente, qual é o nosso produto e o que resolvemos. Isso é o mais relevante em um negócio. No momento inicial, nós não conhecíamos nada nisso. Era criar um produto e um serviço, tentar atender todo mundo com aquilo e ver que tudo aquilo estava bem errado. Mas isso faz parte de qualquer negócio. Para nossa sobrevivência, foi essencial o jogo de cintura financeiro e rapidez para mudar o negócio –, avaliam os empreendedores.

Evitar e reduzir gastos emergenciais com manutenção; reduzir o custo com reparo de equipamentos danificados; melhorar o desempenho de equipamentos; economizar energia e aumentar a vida útil de equipamentos; modernizar máquinas e contar com suporte local para peças de reposição, além de diminuir o tempo de máquina parada com a capacitação de seus profissionais são as principais tarefas da empresa incubada na IETEC. Os engenheiros formados no Cefet/RJ enfatizam a importância de se manterem sempre atualizados e de utilizarem as ferramentas apropriadas para a resolução de problemas. Para os futuros empreendedores, querem dar um conselho fundamental: “nada de querer atender todo mundo ao mesmo tempo, pois o perfil do seu cliente é um só”. 

 

 

Para conhecer mais sobre a empresa incubada na IETEC

Site: http://www.as3engenharia.com.br

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/as3engenharia/

Facebook: https://www.facebook.com/as3engenharia/

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