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Informativo Eletrônico - Junho de 2016

Publicado: Terça, 12 de Julho de 2016, 18h31 | Última atualização em Sexta, 15 de Julho de 2016, 17h20 | Acessos: 5200
 
Nº 16 | JUNHO DE 2016
 

 



Cefet/RJ comemora 10 anos de inauguração do campus Maria da Graça

Apresentações musicais, exposição fotográfica, exibição de vídeos. Foram diversas as linguagens usadas por alunos, docentes e servidores para prestar homenagem ao campus Maria da Graça em seu aniversário de 10 anos de inauguração, comemorado no dia 9 de junho.

Maria da Graça foi a segunda unidade descentralizada do Cefet/RJ inaugurada pelo governo federal. A data oficial de criação do campus é 9 de junho de 2006, mas sua história começou anos antes. “Em 2000, entrou em funcionamento o primeiro curso técnico do campus, em Automobilística. Não podemos nos esquecer desse trabalho pioneiro”, afirma o diretor-geral do Cefet/RJ, Carlos Henrique Alves.

O atual diretor do campus, Luiz Cláudio Rodrigues, presenciou toda essa história. “Estou aqui desde 2000. Lecionei no curso técnico em Automobilística, vi a primeira turma se formar, em 2003. Participei de todas as transformações”, conta. Durante sua gestão, que vai até 2019, Rodrigues pretende “preparar o campus para enfrentar os desafios contemporâneos, sobretudo as mudanças tecnológicas e econômicas”.

Choro e samba, para festejar e integrar

O choro foi um dos gêneros musicais escolhidos para a comemoração. A familiaridade com seu repertório facilitou a aproximação entre os integrantes de um grupo de professores, servidores técnico-administrativos, funcionários terceirizados e alunos do campus Maria da Graça. Há dois meses, eles decidiram formar o Conjunto da Obra, para a festa de 10 anos.

Clique na imagem para ver uma amostra da apresentação musical

A experiência foi tão positiva que o grupo pretende não só continuar o trabalho, mas também ampliá-lo, transformando-o em um projeto de extensão. “Nossa intenção é promover uma integração ainda maior, com a inclusão de membros, tanto da comunidade interna quanto da externa”, afirma o gerente acadêmico e professor de música Alberto Boscarino Júnior.

Na terra do samba, o gênero musical não ficou fora da festa. O responsável pelo ritmo foi o grupo de percussão 2AAtabaque, formado por alunos do segundo ano do curso técnico em Automação Industrial, sob a supervisão de Boscarino Júnior. Os estudantes trabalham o gênero nas aulas de música e iniciaram a experiência instrumental há dois meses. “Mais de 90% do grupo nunca havia tido contato com o código do samba, mas todos se empenharam muito e conseguiram um belo resultado”, avalia o docente.

 

Exposição resgata memória fotográfica do campus

Mostra com 200 fotos lembrou os principais momentos da história do campus


No aniversário de 10 anos, a comunidade de Maria da Graça tem mais um motivo a comemorar: o resgate da memória iconográfica do campus. O resultado do trabalho, iniciado há apenas um ano e meio, pôde ser conferido em uma exposição fotográfica. A mostra reuniu, em 200 imagens, os principais momentos da história do campus, como a inauguração dos cursos técnicos, a chegada de novos servidores e a premiação de invenções.

A iniciativa foi coordenada pela arquivista Adriane Gadelha. “Quando cheguei ao campus, ainda não havia arquivo. Uma das minhas primeiras ações foi iniciar a composição do acervo iconográfico”, conta. Para resgatar essa memória, Adriane contou com a colaboração de todos. “Pedi aos servidores mais antigos que compartilhassem as fotos, físicas ou digitais, que possuíam.”

 

 

Estudante é recordista nacional na resolução de cubo mágico

Gabriel Sargeiro Gomes de Mello obteve o melhor tempo (56.78 segundos) e a melhor média (59.27 segundos) na resolução do cubo Megaminx


O que começou apenas como brincadeira para ajudar uma amiga a superar um desafio, após dois anos e meio de muita prática, deu origem a um novo recorde nacional. A resolução de cubos mágicos tornou-se o hobby preferido do estudante Gabriel Sargeiro Gomes de Mello, do curso técnico em Informática do campus Maracanã, que passou a praticá-lo até em situações inusitadas.

“Sempre coloco o estudo em primeiro lugar. Então, treino quando tenho tempo livre, por exemplo, quando estou dentro do ônibus. Quando consigo lugar para sentar, treino com o cubo Megaminx, meu preferido. Quando estou em pé, treino com uma mão só”, conta o estudante.

Foi com o Megaminx que Gabriel bateu dois recordes nacionais: o melhor tempo (56.78 segundos) e a melhor média (59.27 segundos). O cubo é um quebra-cabeça no formato dodecaédrico: possui 12 lados e 50 peças móveis. O número de combinações possíveis é de aproximadamente 10 64.

Os recordes foram alcançados na competição Faria Brito Open 2016, realizada no Rio de Janeiro, nos dias 21 e 22 de maio. No torneio, Gabriel também obteve desempenho destacado na resolução de outros cubos mágicos. O estudante foi premiado em 8 das 11 modalidades disputadas (veja o quadro abaixo).

A competição brasileira é reconhecida internacionalmente pela Associação Mundial de Cubos (World Cube Association, WCA). Seus resultados fazem parte dos rankings oficiais da associação mundial. No site da WCA, é possível conferir os resultados do Faria Brito Open 2016 e também o desempenho de Gabriel nesta e em outras competições.

Na avaliação do professor João Quadros, do curso técnico em Informática, “o desempenho de Gabriel, tanto na competição quanto no próprio curso, prova que o envolvimento dos alunos nesse tipo de competição é excelente para que possam praticar, de modo lúdico, todo conhecimento aprendido”. O docente afirma que sempre procura incentivar a participação dos alunos nessas competições, como forma de complementação pedagógica.

 

Aluno faz curso de verão na Universidade de Chicago com bolsa integral

Gustavo Coutinho participa do curso interdisciplinar intensivo Artes & Ciências



O aluno Gustavo Coutinho, do curso técnico em Telecomunicações do campus Maracanã, é um dos três brasileiros que participam, com bolsa integral, da edição deste ano do programa de verão Neubauer International Summer Scholar, da Universidade de Chicago. O programa seleciona estudantes brasileiros e mexicanos do ensino médio considerados talentosos, para vivenciar uma experiência de nível universitário.

Gustavo optou pelo curso intensivo Artes & Ciências (Arts & Sciences). Baseado na metodologia de ensino das artes liberais, o intensivo procura estimular o pensamento crítico e inovador por meio de um programa interdisciplinar que engloba as áreas de Ciência, Humanidades e Ciências Sociais. O curso tem duração de três semanas e ocorre entre os meses de junho e julho.

“Além de ser uma experiência acadêmica totalmente distinta, a participação no programa é um passo crucial para concretizar meu sonho de estudar nos Estados Unidos”, afirma Gustavo. O estudante termina o ensino técnico no Cefet/RJ este ano e já está prestando os exames para admissão em universidades norte-americanas.

Para participar do programa de verão da Universidade de Chicago, Gustavo teve que se submeter a um processo seletivo similar ao de ingresso no ensino superior norte-americano. O estudante teve que escrever várias redações, apresentar o histórico escolar do ensino médio e uma carta de recomendação docente. Também foram levadas em consideração atividades extracurriculares e destaques acadêmicos.

 

 

Tecnologia compacta e portátil auxilia atletas na avaliação de desempenho

Analisador Tecnológico para Atletas (Atlas) reúne todo o processo de avaliação de desempenho em um único dispositivo


Acompanhar a evolução do atleta, realizando medições periódicas com o auxílio de equipamentos portáteis que dispensam o uso de sensores corporais, é o objetivo do Analisador Tecnológico para Atletas (Atlas). A solução foi desenvolvida pela empresa Wings, da Incubadora de Empresas Tecnológicas (IETEC) do Cefet/RJ.

A tecnologia foi projetada, inicialmente, para ser usada em treinos de artes marciais. “As medições em artes marciais geralmente são feitas em grandes laboratórios. É necessário mobilizar diversas equipes para avaliar um único atleta. A proposta do Atlas é compactar toda essa tecnologia e popularizá-la, tornando-a acessível, sem os altos custos dos treinos em laboratórios. O sistema também libera o corpo do atleta da presença de sensores, que podem atrapalhar seu desempenho”, explica o sócio-proprietário da Wings, Renato Theobaldo.

O Atlas é composto por equipamentos de treino produzidos sob medida e por um aparelho de medição. Toda a tecnologia foi concebida e desenvolvida pela Wings. As manoplas e sacos de artes marciais possuem design próprio e contam com um sistema eletrônico de sensores e dispositivos de estímulo visual. A comunicação entre os equipamentos e o aparelho de medição é realizada via cabo ou bluetooth.

O aparelho de medição já vem com treinos programados, mas o atleta também pode criar rotinas personalizadas. O equipamento exibe os resultados em tempo real e armazena-os. Os dados podem ser transformados em gráficos e descarregados posteriormente para análise, no computador ou no celular.

Theobaldo exemplifica algumas possibilidades de uso do Atlas. “O atleta pode se autoavaliar, comparando dados de períodos distintos, por exemplo, antes e depois de sofrer uma contusão. Ele também pode adotar como referência os gráficos de desempenho de um atleta de alto nível, que costumam ser mais constantes.”


Gráficos exibem resultados dos treinos realizados com o Atlas

A tecnologia encontra-se em fase de teste e está sendo bem aceita. Na opinião do atleta Robson dos Santos, “o Atlas apresenta uma evolução interessante, ao reunir em um único dispositivo todo o processo de avaliação. Além disso, ele é superconfortável, não causa nenhum incômodo ao atleta durante os treinos”. Santos é campeão carioca de taekwondo na categoria de 55 a 58 kg e também pratica muay thai.

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