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Central de reparos do Cefet/RJ faz primeira entrega de respiradores consertados

Publicado: Quarta, 08 de Julho de 2020, 12h05 | Última atualização em Sexta, 10 de Julho de 2020, 16h54 | Acessos: 909

Os três primeiros respiradores mecânicos recuperados e já disponíveis para uso. Fonte: HEGV

A central de reparos de respiradores hospitalares, organizada por voluntários no campus Maracanã do Cefet/RJ, realizou, na última sexta-feira (03), a entrega dos três primeiros equipamentos consertados à Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ). A primeira remessa foi entregue ao Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV), que enviou um total de 15 respiradores para o conserto. Segundo o coordenador do projeto, Mauricio Motta, na próxima semana, a equipe espera entregar mais três respiradores prontos para uso.

O coordenador destacou a emoção da equipe ao realizar a entrega ao hospital. “Fica uma sensação de dever cumprido como cidadãos, de ver um sonho realizado e, desse sonho, a possibilidade de ajudar na vida de outras pessoas, principalmente das acometidas pela COVID-19”, disse Motta.

Voluntários da central de reparos, representantes da SES/RJ e do HEGV na devolução dos respiradores consertados

A iniciativa oferece o serviço de forma totalmente gratuita e tem parceria com uma equipe de Engenharia e Manutenção de Furnas, com o Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e a empresa Nova Service, que é a responsável pela calibração dos equipamentos recuperados. Ao todo, a equipe do projeto é composta por 27 profissionais das áreas de Engenharia Mecânica, Elétrica, Eletrônica e Clínica, além de enfermeiros. Desses, 18 são servidores do Cefet/RJ.

Funcionamento da central de reparos

O núcleo da central de reparos fica nos laboratórios de eletricidade e fresamento do campus Maracanã e a Secretaria de Estado de Saúde é a principal interlocutora entre os voluntários que atuam na manutenção e os hospitais da rede estadual que necessitam do serviço.

Higienização dos respiradores pelo enfermeiro e docente do curso técnico em Enfermagem do campus Nova Iguaçu Julio Cesar da Silva

Segundo o coordenador, a central opera com voluntários trabalhando presencialmente e outros de forma remota, principalmente aqueles que estão no grupo de risco da COVID-19. Após o recebimento dos equipamentos, os respiradores passam por um processo de higienização, cadastramento e triagem antes de seguir para a bancada de reparo e testes. Finalizada a manutenção, os equipamentos são calibrados e, uma vez aprovados, são entregues ao hospital de origem junto com o certificado de calibração.

A ação também tem o apoio do Clube de Engenharia, da Associação Comercial do Rio de Janeiro e do Sebrae/RJ.  

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