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Pesquisa do campus Valença indica aumento no consumo de frutas e hortaliças na pandemia

Publicado: Sexta, 18 de Dezembro de 2020, 12h15 | Última atualização em Sexta, 18 de Dezembro de 2020, 12h22 | Acessos: 805

Com o objetivo de identificar de que forma o isolamento social provocou mudanças nos hábitos dos consumidores e afetou a economia, um grupo de pesquisadores do Cefet/RJ campus Valença produziu o estudo “Avaliação do consumo de frutas e hortaliças durante a pandemia de covid-19 em municípios do estado do Rio de janeiro”. O trabalho foi elaborado pelas professoras Alba Rodrigues e Veridiana Antunes, com participação da estudante Laís Rodrigues e de Davy Chávez, pós-doutorando da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

De acordo com Alba Rodrigues, o estudo identificou um aumento de 34% no consumo de frutas e 25% no de hortaliças no dia a dia dos fluminenses. Para chegar a esses dados, foram entrevistadas 576 pessoas maiores de 18 anos, por meio de um questionário on-line estruturado do Google Forms. A coleta de informações foi realizada entre os meses de julho e agosto de 2020.  Do total de participantes, 62% das pessoas são de classe média alta e quase 80% delas concluíram o ensino superior.

Segundo a pesquisadora, o alto grau de entrevistados com cursos de graduação pode ter ocorrido pela forma de divulgação do estudo, que ocorreu nas redes sociais dos pesquisadores, e pela maior facilidade de acesso dessas pessoas a pesquisas de opinião em questionários eletrônicos. Para ela, os números constatam que a condição de permanecer em isolamento tem relação direta com a educação e a renda da população e a escolaridade também influencia no maior consumo de frutas e hortaliças.

– A pandemia reforçou a necessidade de uma alimentação equilibrada para manter o sistema imunológico em condições favoráveis. Nesta pesquisa, identificamos que as pessoas com mais acesso à informação geralmente consomem mais frutas e hortaliças, pois reconhecem a importância da alimentação saudável, o que reforça a necessidade de investimentos em educação – explica Alba. O estudo foi encaminhado para publicação em formato de artigo científico e, em breve, serão divulgados os resultados na íntegra.

Leia a nota preliminar do estudo.

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